Impostos nas tecnologias de informação ameaçam crescimento económico

impostos na tecnologia

Segundo um relatório publicado pela Organização não governamental,  Information Technology and Innovation Foundation, vários países em desenvolvovimento aplicam impostos elevados à tecnologia.

 No topo do ranking está o Bangladesh, que taxa de uma forma absurda o valor de 60% de todas as tecnologias de informação e comunicação, seguido pela Turquia com 26% e a Republica do Congo com 24%.

Verifica-se neste relatório que os  países ricos e desenvolvidos apresentam taxas bastante mais baixas.  Os Estados Unidos da América taxam 2.4 %, aenquanto a maior parte dos países europeus apresentam taxas ainda mais baixas, excepto a Grécia com 9,6%.

A Hungria vive um período de contestação visto pagar apenas 1%, mas que o governo pretende alterar taxando os dados transferidos na internet. O Governo Português também acrescentou mais uma taxa a cobrar a todos os aparelho que possam armazenar dados.

O relatório publicado demonstra que o aumento de taxas nas tecnologias promove o abrandamento da economia, o que se traduz de futuro a mais perdas do que ganhos.

Com taxas elevadas as empresas investem menos em TI diminuindo a sua produtividade, além disso estas mesmas taxas fazem com que os consumidores também adquiram menos equipamentos.

O aumento de taxas em coisas levianas e vicíos fazem sentido, no entanto o aumento de impostos em tecnologia é um verdadeiro travão económico. Antigamente falava-se em analfabetismo, um grande problema que lentamente que tem vindo a ser erradicado.

Hoje assiste-se a uma nova forma de analfabetismo que urge combater e que se chama info exclusão. Não podemos competir nos mercados se formos info excluídos, para competir há que estar informado e saber utilizar tecnologia.