Iraque junta-se à lista de países que proíbe jogar PlayerUnknows

Não é novidade sobre a luta de vários países contra o jogo tipo Battle Royale PlayerUnknowns em que cerca de 100 jogadores lutam entre si para sobreviver. Na ultima quarta feira o Iraque juntou-se a esta lista e além do PlayerUnknows acrescentou o Fortnite à sua lista de jogos banidos.

O Parlamento Iraquiano defendeu que este tipo de jogo tem um efeito negativo na saúde mental dos mais jovens, que desrespeita a sua cultura e pode afetar a segurança do seu país.

O clérigo iraquiano Shiita, Moqtada al-Sadr usando a sua influencia religiosa, apelou ao governo para banir o PlayerUnknows Batlegrounds, referindo que este jogo não tem nada de militar, de inteligência ou que poderia ensinar uma forma de batalhar corretamente, mas sim um agregado de violência gratuita.

A reação do povo iraquiano a este banimento, não correu como esperado, com alguns cidadãos a manifestarem a sua raiva contra esta nova lei. 

Recentemente o Nepal também já havia proibido o PlayerUnkowns alegando que este é um jogo bastante aditivo, com um grau muito elevado de violência que em nada abona para o bom desenvolvimento dos seus jovens. O estado Indiando de Gujarat chegou mesmo a proibir o jogo e a efetuar detenções de quem desrespeitasse a lei.

Este parece um despertar de parte do mundo contra os jogos muito violentos e aditivos, o que apesar de na teoria já estarem legislados e só poderem ser jogados por jogadores a partir dos 16 anos no caso do PlayerUnknows Battlegrounds e dos 12 anos no caso do Fortnite, na prática são poucos os que o respeitam.